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Inventário e sucessões

Inventário exige coordenação entre herdeiros, documentos, patrimônio e decisões.

Atuação em inventários judiciais e extrajudiciais, com organização de bens, dívidas, herdeiros, documentos e providências relacionadas ao falecimento.

Base em Uberlândia, inscrições na OAB/MG e OAB/SP e atendimento digital para famílias em diferentes localidades.

Análise individual

Não é necessário ter toda a documentação para realizar o primeiro contato.

Situações que costumam exigir orientação mais cuidadosa.

Inventário ainda não iniciado

A família precisa identificar o procedimento adequado, reunir documentos, levantar patrimônio e compreender os primeiros custos e providências.

Inventário já iniciado

O processo ou escritura precisa ser analisado para identificar fase atual, pendências, exigências, prazos e medidas necessárias.

Herdeiros em cidades ou estados diferentes

Reuniões, procurações e assinaturas podem ser organizadas digitalmente, sem perder clareza sobre as decisões de cada interessado.

Imóveis, empresas ou patrimônio complexo

Matrículas, quotas sociais, contratos, dívidas, contas e demais bens exigem levantamento e tratamento compatíveis com sua natureza.

Conflito ou falta de consenso

A estratégia precisa identificar os pontos efetivamente controvertidos, preservar informações e evitar que o patrimônio permaneça desorganizado indefinidamente.

União estável, filiação ou herdeiro ainda não regularizado

Questões pessoais podem precisar ser tratadas em conjunto com reserva de quinhão, reconhecimento ou outras providências sucessórias.

Documentação incompleta

A ausência de todos os documentos não impede a orientação inicial. O primeiro trabalho pode ser justamente construir um roteiro de obtenção e conferência.

Uma visão completa antes de escolher o procedimento.

  • Quem são os herdeiros e qual era a situação familiar do falecido?
  • Qual era o último domicílio do falecido?
  • Existe testamento?
  • Há cônjuge ou companheiro sobrevivente?
  • Quais bens, direitos, contratos, empresas e dívidas existem?
  • Os imóveis estão regularizados e com matrículas atualizadas?
  • Existe consenso sobre administração, venda ou partilha?
  • Há processo, prazo, tributo ou despesa pendente?

O conjunto exato varia, mas estes documentos costumam ajudar.

  • certidão de óbito;
  • documentos pessoais do falecido;
  • documentos dos herdeiros;
  • certidões de casamento ou nascimento;
  • pacto antenupcial, se houver;
  • documentos de união estável;
  • certidão de testamento;
  • matrículas de imóveis;
  • documentos de veículos;
  • contratos sociais e documentos empresariais;
  • extratos e informações bancárias;
  • contratos;
  • documentos de dívidas;
  • processos já existentes;
  • comprovantes de residência.
O escritório indicará o que deve ser obtido primeiro e quais documentos podem ser providenciados ao longo do procedimento.

Como funciona

01

Triagem familiar e territorial

Identificação do falecimento, dos herdeiros, do último domicílio, da existência de testamento e da localização dos interessados.

02

Mapa patrimonial e documental

Organização inicial de bens, dívidas, empresas, imóveis, contratos e documentos pendentes.

03

Definição da via adequada

Análise entre inventário judicial ou extrajudicial e identificação de medidas relacionadas.

04

Cronograma de providências

Definição do que será feito, por quem, em qual sequência e quais custos ou documentos dependerão de terceiros ou órgãos públicos.

05

Condução até a formalização

Acompanhamento das declarações, avaliações, tributos, partilha, registros e demais etapas necessárias.

Demandas relacionadas

O falecimento pode gerar outras necessidades jurídicas.

Além do inventário, podem surgir questões envolvendo pensão por morte, união estável post mortem, reconhecimento de filiação, contratos, empresas, regularização imobiliária, cobrança de créditos, dívidas e levantamento de valores.

Quando houver conexão entre esses temas, a atuação coordenada ajuda a evitar providências contraditórias ou documentação fragmentada.

Perguntas frequentes

Existe prazo para iniciar o inventário?

Existem repercussões processuais e tributárias relacionadas ao tempo. A análise deve considerar a data do falecimento, o estado competente e as regras aplicáveis.

Inventário extrajudicial é sempre mais vantajoso?

Não necessariamente. A escolha depende da família, dos bens, dos documentos, do consenso e de eventuais questões que exijam decisão judicial.

Um herdeiro pode impedir todo o inventário?

A falta de consenso pode impedir a via extrajudicial, mas não elimina a possibilidade de inventário judicial. A estratégia dependerá do ponto de divergência.

É possível vender um imóvel antes do fim?

A possibilidade e a forma dependem da situação do inventário, da necessidade, do consenso e de eventual autorização. Não se deve negociar sem examinar os efeitos jurídicos.

Dívidas também entram no inventário?

As obrigações do falecido precisam ser identificadas e tratadas conforme sua natureza e os limites patrimoniais aplicáveis.

Quem mora fora precisa viajar?

Nem sempre. Reuniões, assinaturas e procurações podem ser organizadas digitalmente, embora alguns atos específicos possam exigir providência presencial.

O escritório também pode tratar da pensão por morte?

Sim, quando houver necessidade e viabilidade, a questão previdenciária pode ser analisada de forma relacionada ao falecimento e ao inventário.

Precisa iniciar, reorganizar ou compreender um inventário?

Informe a data do falecimento, a cidade do último domicílio, o número aproximado de herdeiros, os principais bens e se já existe processo ou escritura.

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